Um Mês de Música e Cultura em Feira de Santana
Durante todo o mês de fevereiro, o Teatro e Centro de Convenções de Feira de Santana será o epicentro de uma variedade de eventos culturais, com shows gratuitos que celebram o reggae, samba e os blocos afros. Esta programação faz parte do projeto “Um Estado de Alegria – Verão da Bahia 2026”, promovido pelo Governo do Estado em parceria com a Secretaria de Cultura da Bahia.
A agenda cultural começa na sexta-feira, dia 6, às 19h, com a apresentação da “Trilogia do Reggae”, que contará com as performances dos artistas Dionorina, Gilsam e Jôhras. Esta noite será dedicada a um dos ritmos mais representativos da cultura negra brasileira, apresentando um repertório que dialoga com a identidade, resistência e a rica musicalidade popular.
No dia seguinte, sábado, 7 de fevereiro, a partir das 18h, será a vez do projeto “Sons de Feira – Raízes que ecoam”. Este evento reunirá os Blocos Afros Tambores Urbanos e Cortejo Moviafro, além do Bloco de Reggae Quilombo e do tradicional Bloco de Samba de Roda Quixabeira da Matinha. O intuito é destacar as expressões culturais que integram a história e formação social de Feira de Santana.
Encerrando o final de semana, no domingo, 8 de fevereiro, às 16h, o Centro de Convenções promoverá o “Esquenta Carnaval”, com as apresentações de Luciano Melo e João Nagô. Ao contrário das demais atrações, este evento ocorrerá em um pranchão montado no estacionamento, criando um ambiente descontraído e acessível, antecipando o clima festivo do carnaval.
Para fechar a agenda do mês, na sexta-feira, 20 de fevereiro, às 19h, o espaço receberá o espetáculo “Samba Clementinas – Do Sertão ao Litoral”, que celebra a presença feminina no samba e propõe um diálogo entre os diversos territórios culturais da Bahia. Essa apresentação reforça o compromisso com a valorização da arte e da cultura.
Todas as atrações têm entrada gratuita, sujeita à capacidade do local. Este ciclo de eventos integra as iniciativas do Governo da Bahia, que visa fortalecer a cultura, valorizar os artistas locais e ampliar o acesso da população às expressões culturais.
