Análise da Eliminação
A quarta-feira, 25, trouxe uma amarga decepção para os torcedores do Esporte Clube Bahia. A equipe, apesar de ter vencido o O’Higgins por 2 a 1 no tempo regulamentar, não conseguiu avançar na competição continental, sofrendo uma derrota nas penalidades por 4 a 3. Com isso, o Bahia deu adeus à competição na segunda fase preliminar.
Em coletiva de imprensa realizada na Arena Fonte Nova, o técnico Rogério Ceni fez uma avaliação crítica do desempenho da equipe. Ele ressaltou que o time estava ciente da necessidade de marcar um terceiro gol durante a partida para garantir a classificação.
“Sabíamos que precisávamos fazer o terceiro. Precisávamos cuidar dos tumultos, evitar cartões amarelos e manter-nos com 11 jogadores. Infelizmente, tomamos um gol que poderia ter sido evitado. Criamos várias oportunidades, mas pagamos caro por não termos ampliado o placar”, declarou Ceni.
Impactos da Eliminação
O treinador também abordou as consequências dessa eliminação para o planejamento esportivo e financeiro do Bahia, enfatizando o grande impacto da falta de participação em competições internacionais. “O prejuízo é gigantesco. A ausência de um calendário internacional, incluindo a Sul-Americana, traz dificuldades que podem demorar a serem revertidas”, afirmou.
Ceni não escondeu a realidade dura que a equipe enfrentará a partir de agora: “Precisamos mobilizar e motivar todos, pois temos uma semifinal marcada para sábado. O foco é alcançar a final do estadual e retomar nossa trajetória no Brasileiro.”
Com a eliminação na competição internacional, o Bahia deve focar suas atenções nas competições nacionais e estaduais. O próximo desafio será a semifinal contra a Juazeirense, agendada para sábado, dia 28, às 17h. A equipe espera recuperar o ânimo e conquistar uma vitória que ajude a recompor a confiança e a moral do grupo.
