Feira de Saúde e Assistência Social no CER-TEA
Na manhã da última quinta-feira (9), o Centro de Referência Municipal para Pessoas com Transtorno do Espectro Autista Dr. Ildes Ferreira de Oliveira (CER-TEA) foi o cenário de uma feira de saúde e assistência social que beneficiou 81 crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas mães. A iniciativa, promovida pela Prefeitura de Feira de Santana, por meio das Secretarias Municipais de Desenvolvimento Social (SEDESO) e de Saúde (SMS), teve como foco ampliar o acesso a serviços essenciais, proporcionando cuidado e acolhimento, além de uma melhoria na qualidade de vida das famílias atendidas.
Durante o evento, os participantes puderam usufruir de atendimentos em diversas áreas, como odontologia, psicologia, nutrição, pediatria, clínica geral e neuropediatria. Essa abordagem multiprofissional foi cuidadosamente projetada para atender às necessidades específicas das crianças com TEA e oferecer um suporte completo às famílias.
Jilmara Mercês do Santos, mãe de Íris Mercês Oliveira, de 7 anos, destacou a importância da feira. “Hoje vim em busca de atendimento com neuropediatra. Minha filha fez acompanhamento aqui e, devido ao desenvolvimento que teve, recebeu alta. Aproveitei também para buscar outros serviços, como psicologia, pediatria e até corte de cabelo, atendendo demandas que temos direito”, contou.
Outra mãe que participou da feira, Natália Carlos da Silva, que é mãe de Isac Arthur, também de 7 anos, ressaltou os benefícios da ação. “Estou aproveitando os serviços oferecidos, como atendimento psicológico, nutricional e pediátrico. Venho aqui para cuidar mais de mim e do meu filho”, afirmou Natália.
A professora Lucilene Silva, que é mãe de Hugo dos Santos, de 8 anos e frequentadora do CER-TEA há três anos, enfatizou o acolhimento e o desenvolvimento de seu filho. “Hugo foi diagnosticado aos dois anos e fomos encaminhados para cá. Hoje, além de usufruir da ação de saúde, destaco o quanto a equipe é acolhedora e empática. Aqui não cuidam apenas das crianças, mas também das mães atípicas. É um trabalho conjunto, essencial para o nosso desenvolvimento como família”, concluiu Lucilene.
