Fé e Cultura Popular no Coração do Pelourinho
Entre os dias 10 e 12 de junho, o Pelourinho, no Centro Histórico de Salvador, será palco do “Tríduo de Santo Antônio: Fé, Cultura e Tradição no Pelourinho”. O evento acontece no Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) e celebra Santo Antônio, considerado o verdadeiro padroeiro da capital baiana, unindo manifestações religiosas, artísticas e culturais em uma programação gratuita e aberta à comunidade.
Durante esses três dias, moradores, trabalhadores do Centro Histórico e visitantes têm a oportunidade de participar de momentos de devoção profunda, apresentações culturais e atividades que reforçam o convívio comunitário. As celebrações começam sempre às 18h com rezas conduzidas segundo a liturgia, acompanhadas pelo som da sanfona, elemento que reforça a atmosfera típica das festas juninas na Bahia.
Tradição e Identidade Cultural em Destaque
O tema “Viva Santo Antônio, protetor do povo da Bahia” permeia as atividades do tríduo, que busca fortalecer o sentimento de pertencimento e reafirmar o Centro Histórico como um espaço vivo de memória e produção cultural. Na noite de encerramento, o Samba Duro da Ladeira, expressão emblemática da identidade popular baiana, toma conta do espaço, resgatando tradições e valorizando a cultura local.
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Assim, o evento não apenas celebra a fé em Santo Antônio, mas também promove a preservação das manifestações juninas, reconhecidas como patrimônio cultural imaterial da Bahia. O projeto é uma oportunidade para que o público experimente uma convivência rica entre espiritualidade, arte e tradição dentro do cenário cultural vibrante do Pelourinho.
Organização e Impacto Cultural no Centro Histórico
O CCPI, ligado à Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA), é o responsável pela organização do Tríduo de Santo Antônio. A iniciativa reforça o compromisso de ampliar o acesso gratuito à cultura na região, ao mesmo tempo em que valoriza e incentiva a participação de artistas locais e fortalece os vínculos entre a comunidade e seu território.
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Essa ação evidencia a importância das festas juninas para a cultura baiana, colocando o Pelourinho como uma referência para encontros que conectam tradição, fé e arte. Assim, o evento contribui para a continuidade e circulação das expressões culturais que definem a identidade de Salvador e sua região.
