Mais municípios se unem à Economia Solidária da Bahia
A Bahia deu um passo importante ao expandir sua estratégia de Municipalização da Economia Solidária, com a adesão de 27 novos municípios. O ato, que ocorreu em Salvador na sexta-feira (14/08/2026), reuniu prefeitos, secretários e representantes da sociedade civil para firmar essa parceria. O objetivo é intensificar a colaboração entre o Governo do Estado e as administrações locais para promover trabalho, Renda, inclusão social e desenvolvimento sustentável.
Fortalecimento das iniciativas locais e cooperativas
Com a entrada desses municípios, eles passam a integrar a política estadual, podendo acessar ações voltadas ao fortalecimento de cooperativas, associações, grupos produtivos, empreendimentos da agricultura familiar, bancos comunitários e espaços de comercialização. Atualmente, a política estadual já beneficia mais de 23 mil pessoas na Bahia, por meio de 23 Centros Públicos de Economia Solidária (Cesol) distribuídos em 24 territórios de identidade, que atendem cerca de 2,5 mil empreendimentos.
Municipalização aproxima políticas públicas da realidade local
A adesão amplia a participação das prefeituras na execução de projetos ligados à Economia Solidária, contemplando qualificação profissional, assistência técnica e apoio à comercialização. Além disso, o programa fortalece a organização coletiva dos trabalhadores, beneficiando especialmente empreendimentos que atuam de forma associativa ou cooperativa. Esse modelo permite que grupos produtivos acessem suporte para produção, organização e comercialização, alinhando as políticas públicas às necessidades locais.
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Inclusão social aliada à atividade econômica
A estratégia estadual promove alternativas para Geração de Trabalho e renda, com foco na cooperação entre trabalhadores. Entre os beneficiados estão empreendimentos produtivos, agricultores familiares e organizações comunitárias. Espaços de comercialização também recebem atenção, funcionando como canais para a oferta dos produtos desses grupos. A assistência técnica e a formação profissional são pilares que garantem o desenvolvimento sustentável dessas iniciativas.
Iniciativa segue diretrizes da Lei Paul Singer
O programa baiano está alinhado à Lei Paul Singer, que institui o Sistema Nacional de Economia Solidária. Essa legislação define diretrizes para políticas públicas que incentivam a cooperação e a organização coletiva no campo econômico, com foco em desenvolvimento econômico, inclusão social, preservação ambiental e valorização dos direitos dos trabalhadores. A adesão dos municípios reforça a articulação entre o Estado, prefeituras e sociedade civil para ampliar o alcance dessas ações.
Estrutura estadual atende mais de 2,5 mil empreendimentos
Os 23 Cesol são fundamentais para o atendimento desses empreendimentos, distribuídos por 24 territórios de identidade. A política alcança mais de 23 mil baianos, englobando diversas atividades produtivas e formas de organização coletiva. Com a ampliação para 27 municípios, a participação das prefeituras na implementação das ações se fortalece, ampliando o acesso à qualificação, assistência técnica, comercialização e organização produtiva.
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Desenvolvimento local impulsionado pela Economia Solidária
A municipalização também conecta a Economia Solidária às estratégias de desenvolvimento nos municípios, reconhecendo a organização coletiva como ferramenta para ampliar oportunidades de trabalho e renda. A presença de representantes públicos e da sociedade civil no ato em Salvador reforça o caráter colaborativo da política, que envolve múltiplos setores para fortalecer a economia local e gerar impacto real no dia a dia da população baiana.
