Festa de Emancipação na Matinha: Uma Celebração Cultural
No último domingo, 8 de março de 2026, o Distrito da Matinha, em Feira de Santana, viveu uma noite memorável durante a 12ª Festa de Emancipação. Com uma programação repleta de ritmos como pagode, samba de roda e reggae, o evento resgatou as tradições e a cultura local, atraindo um público vibrante ao campo de futebol da comunidade. A festa teve início com a apresentação animada do cantor Wotymar, que deu o tom festivo para uma sequência de shows que celebraram a identidade cultural da região.
As primeiras aparições no palco ficaram por conta do grupo Quintal da Tia Carla, que, com a energia contagiante de Mateus Ferreiraz, Léo Silva e Wendel Natividade, fez com que o público se levantasse para dançar ao som de um repertório recheado de pagode. Para Mateus Ferreiraz, a oportunidade de participar do evento foi motivo de grande felicidade. “A gente fica muito feliz em poder participar de um evento tão importante e tão grande. Quando soubemos que iríamos tocar aqui, ficamos muito alegres por fazer parte dessa grade”, destacou.
Léo Silva também expressou sua gratificação por se apresentar na festa da Matinha, enfatizando que era um desejo antigo do grupo. “É gratificante estar aqui na festa da Matinha, uma festa que a gente sempre almejou estar presente. E ainda mais tocando com grandes artistas que fazem parte dessa grande festa”, afirmou. A animação continuou com Wendel Natividade, que compartilhou as expectativas da banda. “A expectativa estava alta para fazer aquele pagode gostoso. Esperamos que o público tenha gostado e que cada vez mais as pessoas possam conhecer o Quintal da Tia Carla”, ressaltou.
Outro grande nome da programação foi o cantor Erick Reys, vocalista da banda Amor Voraz. Ele trouxe ao palco um repertório romântico e dançante, encantando o público presente. “A expectativa estava a mil aqui na Matinha. O repertório está pronto, tudo ensaiado, tudo preparado para fazer uma grande festa. A galera pode esperar muita coisa boa”, prometeu.
Representando as tradições culturais do distrito, o grupo Quixabeira da Matinha também teve seu espaço na programação. O líder do grupo, Guda Moreno, expressou sua emoção por se apresentar em sua própria comunidade, destacando a importância do evento para preservar as tradições locais. “Tocar em casa sempre dá um frio na barriga, como se fosse a primeira vez. A gente fica muito feliz com o retorno da festa de emancipação da Matinha e só tem a agradecer aos organizadores e à Prefeitura por manter essa tradição viva”, afirmou Guda.
Ele também comentou sobre a grande presença do público e a mudança do local da festa para o campo de futebol. “Ontem já foi casa cheia e hoje também. O espaço antigo já não comportava mais todo mundo e aqui no campo já deu para perceber que o público da Matinha chega e chega chegando para participar da festa”, observou. O sucesso do evento reflete não apenas o amor pela música, mas também a força das tradições culturais que unem a comunidade da Matinha.
