Reconhecimento pela qualidade do jornalismo científico
A Rede Bahia, um dos principais grupos de comunicação do Norte/Nordeste, conquistou destaque na primeira edição do Prêmio Bahia Faz Ciência de Jornalismo. A cerimônia aconteceu no dia 30, no Instituto Anísio Teixeira (IAT), em Salvador, e celebrou a excelência das reportagens que abordam ciência, tecnologia e inovação produzidas pela TV Bahia e pelo portal g1 Bahia. Na categoria “Vídeo”, a TV Bahia garantiu o segundo e o terceiro lugares, enquanto o g1 Bahia ficou em segundo lugar na categoria “Texto”.
Produções premiadas que conectam tecnologia e história
O prêmio é uma iniciativa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia (Secti) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI). A reportagem que conquistou o segundo lugar da TV Bahia trouxe à tona a história do Cemitério de Escravizados em Salvador, resgatando a memória das pessoas enterradas no local. O trabalho foi produzido pela jornalista Cristiane Silva, com apoio de Daniel Aloísio, imagens de Jefte Rodrigues e Cleriston Santana, edição de Alanderson Santana e arte de Cire das Virgens e Bremer Teixeira.
Já o terceiro lugar foi para a reportagem que mostrou o uso da inteligência artificial no Arquivo Público da Bahia para recuperar histórias de pessoas escravizadas. Essa matéria contou com produção de Daniel Aloísio, reportagens de Giana Mattiazzi e Tarsilla Alvarindo, edição de texto por Giulia Marquezini, edição de imagens de Daiana Freitas, imagens de Luan Fagundes e arte de Cire das Virgens.
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Fonte: vitoriadabahia.com.br
Inovação e sustentabilidade em pauta no g1 Bahia
O g1 Bahia recebeu o segundo lugar na categoria “Texto” com a reportagem “Carne ‘impressa’ em laboratório na Bahia vence prêmio de inovação do Nordeste”, assinada por João Souza e Malu Vieira. Além dessa matéria premiada, o portal ainda teve outros dois trabalhos finalistas. Um deles destacou o desenvolvimento de um canudo comestível sustentável, feito à base de gelatina e frutas por estudantes, assinado por Mateus Xavier e Jade Coelho. O outro abordou o uso da inteligência artificial para aumentar a produtividade e a sustentabilidade na cotonicultura, com reportagem de Natally Acioli.
Impacto real do jornalismo em ciência e tecnologia
Christiano Caldeira, diretor de jornalismo da Rede Bahia, ressaltou a importância do reconhecimento: “O prêmio reforça a força do jornalismo comprometido com informações de qualidade, capaz de transformar temas complexos em conteúdos acessíveis e relevantes para a população”. Ele destacou ainda que a premiação valoriza o trabalho das equipes e evidencia a necessidade de levar ao público histórias que impactam a sociedade e contribuem para o desenvolvimento da Bahia.
